Justiça bloqueia bens de Tetila, Artuzi, da família Uemura e outros réus da Owari
O ex-prefeito Ari Artuzi, o deputado estadual Laerte Tetila, os membros da família Uemura e os demais réus da Operação Owari não podem vender seus bens. Esta foi a decisão do juiz José Carlos de Paula Coelho e Souza, titular da segunda Vara Cível na última sexta-feira. Desde o dia 23 de março José Carlos está cuidando do processo da Operação Owari depois que o juiz Jonas Hass deixou o caso por se declarar “suspeito” para julgar os réus. O juiz Jonas disse que é amigo pessoal dos diretores do Hospital Evangélico envolvido no escândalo. Em 2009 o Ministério Público denunciou o crime de improbidade administrativa por causa do arrendamento do Hospital Evangélico para a Prefeitura de Dourados durante a administração do então prefeito Laerte Tetila que culminou com a deflagração da Operação Owari no início do mandato do ex-prefeito Ari Artuzi. A contratação do Santa Rosa de propriedade da família Uemura aconteceu depois que o Hospital Evangélico parou de atender pelo SUS (Sistema Único de Saúde) causando prejuízo milionário para o erário público. Estão com os bens indisponíveis por decisão da Justiça os seguintes réus: Laerte Cecílio Tetila, Sizuo Uemura Júnior, Eduardo Takashi Uemura, Helena Masako Tsumori Uemura, Ari Valdecir Artuzi, Dorval Luiz Martins Pagnoncelli, Sizuo Uemura, Hospital e Maternidade Santa Rosa Ltda, Wilson Cezar Medeiros Alves, Roosewelt Granja, Sandro Petry Laureano Leme, Rodrigo Boschetti Medeiros, Evandro Silva Rosa, André Luiz Freitas Tetila, João Paulo Barcellos Esteves, Anary Eiko Tsunori Uemura Fujinaka, Ana Claudia Barzotto, Ayrton Romero de Castro, Direcional Consultoria em Projetos e Pesquisa Ltda. Fonte: Midiamax Campo Grande, por Nicanor Coelho, de Dourados



