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23 de Março de 2016 às 23:59

Mais de 2,7 milhões saem da pobreza no Brasil

 
Mais de 2,7 milhões de pessoas saíram da pobreza e da extrema pobreza no Brasil. Os programas de inclusão social, voltados para a classe mais baixa da população, são apontados como fundamentais para a melhora nos índices, aponta relatório da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), divulgado nesta terça-feira (22/03).
A redução foi mais acentuada entre os indigentes, o que mostra, justamente, a eficácia e a importância dos projetos de combate à pobreza. O Brasil é destaque entre os demais países da América Latina. Na região, a pobreza cresceu de 168 milhões para 175 milhões, entre 2014 e 2015. A elevação é de 29,2%.
O número de pessoas em situação de indigência também aumentou na AL, de 70 milhões para 75 milhões. Assim como nos demais continentes do mundo, o desemprego apresentou alta na América Latina, de 6% para 6,6%. Mas, a grande mídia faz um recorte como se a dificuldade econômica fosse apenas no Brasil.
Ainda, segundo o relatório, a exclusão social afeta mais as mulheres do que os homens, a renda dos trabalhadores brancos é quatro vezes maior do que a de mulheres indígenas e duas vezes a de negras. A Cepal ressalta que o trabalho é a chave mestra para reduzir as desigualdades sociais e o Brasil é referência mundial em políticas de inclusão social.
Apoio à Dilma
A secretária-executiva da Cepal, Alicia Bárcena, enviou, nesta terça-feira (22/03), carta aberta à presidenta Dilma Rousseff, manifestando preocupação com as ameaças à estabilidade democrática e parabenizando pelos avanços sociais e políticos alcançados pelo Brasil na última década.



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