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26 de Setembro de 2011 às 23:59

Veja tudo o que foi negado pela Fenaban durante as negociações com o Comando Nacional

Emprego Os banqueiros adotam uma postura de quem não conhece a realidade e afirmam que a garantia de emprego e o fim da rotatividade não são temas prioritários. Também defendem a existência dos correspondentes bancários e afirmam que esse tipo de atendimento vai continuar funcionando, inclusive, ao lado de agências bancárias.
Saúde Para os bancos, mudar a rotina que adoece e acabar com as metas está fora de cogitação, pois tudo é questão de “gestão”. A proposta da Fenaban é levar tudo para as mesas temáticas de saúde, mas quando os encontros são realizados, reafirmam que nada pode ser discutido.
Remuneração Os bancários pedem reajuste de 12,8% (inflação do período mais aumento real de 5%) sobre os salários, a PLR (Participação dos Lucros e Resultados) e demais verbas (vale-refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta- alimentação e auxílio creche). Os bancos negam e oferecem apenas 0,56% de aumento real.
Segurança A negociação foi marcada pela tensão. Foi negada melhoria da assistência médica e psicológica para as vítimas da violência nas agências, adicional de 30% de risco de morte no valor da remuneração mensal, o fechamento da unidade quando assaltada e o afastamento das vítimas. A Fenaban declarou ainda que a preocupação é com o bancário, ou seja, a segurança dos clientes não é importante.
Clique aqui e veja a "nova" proposta da Fenaban
Fonte: Seeb-Dourados, por Joacir Rodrigues



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